sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Estamos a chegar ao ponto do não retorno

Falemos de uma linda capital que conheci um dia: Lisboa.
Situa-se no ponto mais ocidental da Europa, e é conhecida por ter muita luz e pela hospitalidade das pessoas. Um sítio magnífico para se viver, como alguém lhe chamou um dia disse, o meu pequeno paraíso.

Quando em todo o mundo, se ouve falar em mortos e feridos todos os dias, aqui continuamos a ser uma excepção!

Mas existe um vírus que calmamente anda a tomar conta dos habitantes desta linda capital que eu um dia conheci.

Estou a falar da Intolerância.

Hoje em dia, não temos paciência para nada, qualquer coisa nos faz perder a paciência. Desde o ladrar do cão do vizinho até ás constantes faltas de respeito que somos alvos todos os dias.

Ninguém já se respeita hoje em dia. Onde está o “minha senhora p.f”, “ tenha a bondade” e outras expressões parecidas. Temos o “bue” “ buereré”. Perderam-se todos os valores que os nossos pais um dias nos transmitiram!

Tolerância zero!

Hoje em dia, não se respeita nada e ninguém. Aqueles valores que outrora eram a regra de ouro, hoje não passam de recordações do passado. Já não se acredita em ninguém. Tudo é alvo de desconfiança e nos faz pensar que algo mal está por detrás daquilo.

Não há ninguém que consiga por términos a este estado de coisas? Que traga paz a estas mentes que vivem em constante sobressalto, e que já não vivem, sobrevivem?

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Fado

A nossa maravilhosa Mariza canta uma música que é um tributo a Amália Rodrigues.

É linda …

Mariza - Medo (tributo A Amália Rodrigues)

Quem dorme à noite comigo
É meu segredo,
Mas se insistirem, lhes digo,
O medo mora comigo,
Mas só o medo, mas só o medo

E cedo porque me embala
Num vai-vem de solidão,
É com silêncio que fala,
Com voz de móvel que estala
E nos perturba a razão

Gritar: quem pode salvar-me
Do que está dentro de mim
Gostava até de matar-me,
Mas eu sei que ele há-de esperar-me
Ao pé da ponte do fim.

Receita de Iogurtinho

Descobri esta receita de Iogurtinho, que parece ser muito popular no Brasil. Exprimentem e depois digam se é boa.

Cá vai então:

INGREDIENTES:
2 latas de natas
1 lata de leite condensado
1 iogurte natural
1 embalagem de sumo em pó sabor morango (ou sabor de sua preferência)

MODO DE PREPARAÇÃO:

Com uma batedeira bata as natas, o leite condensado, o iogurte natural e o sumo em pó sabor morango (ou outro de sua preferência).

Depois de tudo bem batido ponha numa tigela, e leve ao frigorífico para ficar frio. Pelo menos 30 minutos.

Ainda me lembro quando tudo tinha mística!

Hoje já não se dá valor ás pequenas coisa. O pai natal já á muito deixou de ter significado. Ainda me lembro de me levantar cedinho para abrir as prendas de natal. Uiii era uma felicidade só! Os olhos brilhavam só de imaginar o que poderia estar debaixo daquelas toscos embrulhos.

Ainda me lembro daquele sobretudo que recebi num natal, talvez a prenda que mais me lembro até hoje … que tanto custou á minha mãe e a que dei tanto valor. Sobretudo esse que até hoje já passados mais de vinte anos ainda uso.

Hoje todos esses valores desapareceram, o respeito, a alegria, a magia, o sonhar no futuro, tudo isso já não existe neste pais. Hoje em dia caminhamos sem valores e sem direcção, vivendo um dia a seguir ao outro, levando com as futilidades que hoje em dia são as manchetes dos jornais e notícias do jornal da noite de todos os canais de televisão.

Hoje em dia, já se atropelam brutalmente as pessoas nas passadeiras e nada acontece!

Onde estão aqueles valores que nos foram incutidos aquando jovenzitos?

Podemos sempre rever todas estas boas recordações no canal da RTP memória, ou em programas como “Conta-me com foi!” que ainda continua a ser um pouco do bom que ainda se faz neste país.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Marcha do Beato presente na entrega dos Prémios 2007

É nestas alturas que nos lembramos que foi tão bom participar nas marchas populares e puder representar o nosso bairro.

Para mim foi uma experiência muito enriquecedora, deu-me a conhecer uma parte do meu bairro, completamente desconhecida e as pessoas que nele habitam.

Foi uma aventura, tudo era novo, desde o marchar, "esquerda, esquerda, esquerda:)".
Ao cantar de rouxinol, nem sempre no tom!

Foi um bater no coração, de cada vez, que com tudo nos fizemos representar, tanto no pavilhão como na avenida!

Foram dois anos maravilhosos, cheios de surpresas... umas boas, outras nem
por isso.
Mas o mais importante foi participar!

Quero agradecer a todos os que sempre deram tudo para que a nossa marcha não morresse e que perdure! A todos os que sempre acreditaram na magia que é marchar na avenida.

A todos eles quero deixar aqui o meu muito obrigado, por me terem deixado fazer parte do vosso projecto.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

O iogurtinho mais velho

Sempre que passa mais um ano da nossa existência, temos sempre a tendência em olhar para trás e ver o que passou.

Queria agradecer a todos os meus amigos por estarem presentes neste dia tão especial, que nos faz lembrar que estamos vivos e que temos de continuar o nosso caminho.

Sempre a caminhar na descoberta de um futuro melhor, muitas vezes sem saber por onde ir, mas sempre com o sentido naquela luzinha lá ao fundo que brilha muito.