quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Dedicada ao Guini
RESTO DE TUDO
Desce pela avenida a lua nua
divagando à sorte, dormita nas ruas
faz-se de esquecida, a minha e tua
deixando um rasto, que nos apazigua
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
como um barco perdido à deriva no mar
a vida que levas de novo outra vez
o mundo que gira sempre a teus pés
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
a sombra esquecida que te viu partir
a noite vadia que queres conhecer
sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
A voz da tua alma que te faz levitar
o átrio da escada para tu te sentares
sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és
Entra pela vitrina surrealista
faz malabarismo a ilusionista
ilumina o céu que nos devora
já se sente o frio, está na hora de irmos embora
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
como um barco perdido à deriva no mar
a vida que levas de novo outra vez
o mundo que gira sempre a teus pés
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
a sombra esquecida que te viu partir
a noite vadia que queres conhecer
sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
Sou a voz da tua alma que te faz levitar
o átrio da escada para tu te sentares
sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
um barco perdido à deriva no mar
a vida que levas de novo outra vez
o mundo que gira sempre a teus pés
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
a sombra esquecida que te viu partir
a noite vadia que queres conhecer
sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
A voz da tua alma que te faz levitar
o átrio da escada para tu te sentares
sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és
Um resto de tudo
que possa existir
mostrando quem és
um resto de tudo.
(João Pedro Pais)
Desce pela avenida a lua nua
divagando à sorte, dormita nas ruas
faz-se de esquecida, a minha e tua
deixando um rasto, que nos apazigua
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
como um barco perdido à deriva no mar
a vida que levas de novo outra vez
o mundo que gira sempre a teus pés
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
a sombra esquecida que te viu partir
a noite vadia que queres conhecer
sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
A voz da tua alma que te faz levitar
o átrio da escada para tu te sentares
sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és
Entra pela vitrina surrealista
faz malabarismo a ilusionista
ilumina o céu que nos devora
já se sente o frio, está na hora de irmos embora
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
como um barco perdido à deriva no mar
a vida que levas de novo outra vez
o mundo que gira sempre a teus pés
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
a sombra esquecida que te viu partir
a noite vadia que queres conhecer
sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
Sou a voz da tua alma que te faz levitar
o átrio da escada para tu te sentares
sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és
Sou um ser que odeias mas que gostas de amar
um barco perdido à deriva no mar
a vida que levas de novo outra vez
o mundo que gira sempre a teus pés
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
a sombra esquecida que te viu partir
a noite vadia que queres conhecer
sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
A voz da tua alma que te faz levitar
o átrio da escada para tu te sentares
sou as cartas rasgadas que tu não lês
a tua verdade, mostrando quem és
Um resto de tudo
que possa existir
mostrando quem és
um resto de tudo.
(João Pedro Pais)
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Reflorestar Portugal
Nos últimos anos o nosso país foi fustigado anualmente com incêndios e mais incêndios.
Todos os anos, ouve-se falar de mais um e outro incêndio, aqui ou ali, e o país vai ficando cada vez mais vazio. O verde de outrora deu lugar ao preto devastador dos incêndios.
É urgente tomar medidas que levem a que o nosso país se renove e consiga recuperar deste flagelo que continua a assolar todos os países do sul da Europa.
Ainda este ano vimos o que aconteceu na Grécia, um fogo que fustigou aquele país e que não só ardeu uma área brutal como dizimou muitas vidas humanas.
É preciso que nasça um movimento cívico que possa levar a que o nosso país possa de hoje em diante respirar oxigénio e não dióxido de carbono.
Vamos plantar árvores, muitas árvores e limpar as nossas matas e florestas. Se cada um fizer um bocadinho, vamos conseguir lá chegar.
Todos os anos, ouve-se falar de mais um e outro incêndio, aqui ou ali, e o país vai ficando cada vez mais vazio. O verde de outrora deu lugar ao preto devastador dos incêndios.
É urgente tomar medidas que levem a que o nosso país se renove e consiga recuperar deste flagelo que continua a assolar todos os países do sul da Europa.
Ainda este ano vimos o que aconteceu na Grécia, um fogo que fustigou aquele país e que não só ardeu uma área brutal como dizimou muitas vidas humanas.
É preciso que nasça um movimento cívico que possa levar a que o nosso país possa de hoje em diante respirar oxigénio e não dióxido de carbono.
Vamos plantar árvores, muitas árvores e limpar as nossas matas e florestas. Se cada um fizer um bocadinho, vamos conseguir lá chegar.
13 de Novembro de 2007 - Fátima
Visitar Os Paços do Conselho da Câmara Municipal de Lisboa
Não deixem de visitar este magnifico edifício. Embora tenha sido afectado pelos incêndios de 1996, já se encontra totalmente recuperado e merece uma visita.
A CML promove visitas guiadas, todos os domingos ás 11h de duas em duas semanas.
Não percam!
A CML promove visitas guiadas, todos os domingos ás 11h de duas em duas semanas.
Não percam!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Lisboa Antiga
Silêncio que se vai cantar o fado.
Quem não se lembra da nossa mágnifica Hermínia Silva.
Não deixem morrer a memória desta deusa do fado, que infelizmente o país teima em se esquecer.
Para recordar um pouco a nossa Hermínia, O Fado Lisboa Antiga.
Letra
(José Galhardo e Amadeu do Vale)
Lisboa, velha cidade
cheia de encanto e beleza.
Sempre a sorrir tão formosa
e no vestir sempre airosa!
O branco véu da saudade
cobre o teu rosto, linda princesa.
Olhai, senhores!
Esta Lisboa de outras eras,
dos cinco réis das esperas
e das touradas reais.
Das festas, das seculares procissões,
dos populares pregões matinais
que já não voltam mais!
Fonte: Cotonete
Quem não se lembra da nossa mágnifica Hermínia Silva.
Não deixem morrer a memória desta deusa do fado, que infelizmente o país teima em se esquecer.
Para recordar um pouco a nossa Hermínia, O Fado Lisboa Antiga.
Letra
(José Galhardo e Amadeu do Vale)
Lisboa, velha cidade
cheia de encanto e beleza.
Sempre a sorrir tão formosa
e no vestir sempre airosa!
O branco véu da saudade
cobre o teu rosto, linda princesa.
Olhai, senhores!
Esta Lisboa de outras eras,
dos cinco réis das esperas
e das touradas reais.
Das festas, das seculares procissões,
dos populares pregões matinais
que já não voltam mais!
Fonte: Cotonete
domingo, 11 de novembro de 2007
Dia da Memória
Comemora-se hoje o 89ª aniversário do armistício que pôs fim à I Guerra Mundial.
Uma data para lembrar o que representou a guerra para os povos.
Já passou tanto tempo e parece que foi ainda ontem.
Entretanto nestes 89 anos muitas foram as guerras que aconteceram e que nos fizeram duvidar da raça humana.
Hoje em dia, ao contrário do que seria de esperar, continuamos em constante sobressalto, quase que pressentindo que algo muito grave está para acontecer.
Será que desta vez, vai sobrar alguém para contar a história?
Quem poderá responder a esta questão, não sei. Vamos ter de viver para ver.
Fonte: Jornal Público
Uma data para lembrar o que representou a guerra para os povos.
Já passou tanto tempo e parece que foi ainda ontem.
Entretanto nestes 89 anos muitas foram as guerras que aconteceram e que nos fizeram duvidar da raça humana.
Hoje em dia, ao contrário do que seria de esperar, continuamos em constante sobressalto, quase que pressentindo que algo muito grave está para acontecer.
Será que desta vez, vai sobrar alguém para contar a história?
Quem poderá responder a esta questão, não sei. Vamos ter de viver para ver.
Fonte: Jornal Público
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